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Entrevista com “Gina do Brasil”, a Estrategista de Mídias Sociais da BlueGlass

outubro 19, 2010 2 comentários

Sempre que me deparo com um site de agência digital  procuro seu blog. Espero encontrar nele informações valiosas, já seus profissionais o utilizam – ou deveriam utilizá-lo – para exibir seu conhecimento e paixão pelo que fazem. Raramente encontro bons blogs nesses sites de agências, mas quando acontece eu me subscrevo e comeco a acompanhar seus artigos.

Um desses blogs que acompanho –  e o melhor deles – é o da agência  BlueGlass. Acompanho seus posts desde fevereiro, quando eles ainda eram 10e20. Além da excelente qualidade do conteúdo, há outros detalhes que eu admiro. Para começar, o proprietário da agência Chris Winfield escreve um post introduzindo cada funcionário que inicia na empresa. Ele também comenta em praticamente todos os artigos do blog. Enquanto algumas empresas ficam ressentidas quando um funcionário sai da empresa, a BlueGlass publica em seu blog posts deles contando seus projetos futuros, como este da Rebecca Kelley.

Depois de um tempo acompanhando o blog da BlueGlass, comecei a ter meus escritores favoritos. Uma delas é a estrategista de mídias sociais Gina Gotthilf, cujos artigos eu acho fascinantes. Gina também é brasileira e nosso primeiro contato aconteceu através do Twitter, quando ela descobriu que eu estava blogando sobre um evento da BlueGlass.

Gina Gottilf

Regina Gotthilf, também conhecida como “ginafrombrazil”, tem 24 anos de idade. Ela nasceu em São Paulo e há um ano mora em Nova York, de onde não pretende se mudar tão cedo. “Eu me sinto mais em casa do que em qualquer outro lugar que eu vivi, incluindo Portland (OR), Boston (MA) e São Paulo, minha cidade natal”, diz ela. Gina – ela sempre exclui o “Re” do seu nome – estudou no Reed College e depois se transferiu para a Universidade Brandeis, em Boston, onde estudou de neurociência à filosofia. Eu poderia continuar introduzindo a Gina, mas Chris Winfield faz isso brilhantemente neste post.

Vamos então dar início a entrevista.

Como você começou a trabalhar na agência BlueGlass?

Eu comecei a trabalhar para a 10e20 do exterior (uma das quatro empresas originais que se fundiram para formar BlueGlass) quando um de seus funcionários, que havia trabalhado comigo antes, me ligou no Brasil para me convidar para uma entrevista. Na época, eu estava muito infeliz como estrategista de mídia social na Morpheus Media, onde eles promoveram o cara de RH para Diretor de Mídias Sociais. Após uma breve conversa com Chris Winfield (por Skype), eu sabia que a 10e20 seria ideal. Como sempre, ele deu a entender que algo grande estava para acontecer … mas não quis me dizer o que seria. Poucos meses depois, 10e20 tornou-se BlueGlass.

Como desenvolveu interesse por mídia social?

Eu me interesso por quase tudo que é social – especialmente na forma como diferentes grupos sociais interagem e se diferem. Passei um ano trabalhando em um laboratório de neurociência após a minha formatura, estudando as correlações neurais das interações sociais entre as culturas. Ao mesmo tempo, como a maioria do nosso setor, eu sempre fui apaixonada por novas tecnologias e desenvolvimentos online. Eu era seriamente viciada em ICQ quando era muito jovem, a primeira dos meus amigos no Brasil a entrar no Facebook, fiz um curso de “e-commerce no Second Life” quando ele ainda estava no começo, tive um dos primeiros fotologs (para compartilhar minha experiência nos EUA com minha família e amigos em casa), estudei antropologia das comunidades digitais na faculdade, etc.
Eu sinto que mídias sociais são uma combinação perfeita entre esses interesses, já que me obrigam a estudar o comportamento online e a interação social para alavancar negócios e ao mesmo tempo me manter informada sobre novas plataformas e tecnologias.

Como você responde às preocupações dos clientes de que as pessoas vão utilizar os canais de mídia social para reclamar sobre os seus produtos e serviços?

A mídia social não é um veículo de reclamações, mas um veículo de comunicação. Se seus clientes e fãs têm queixas, é melhor ouví-los, a fim de compreender o seu mercado e melhorar o seu negócio. Reclamações existem se você tem uma presença na mídia social ou não – fechar os olhos e fingir que não existe é a pior abordagem possível.

Marketing em mídia social é apropriado para todas as empresas? Existe algum caso em que você acha que não funcionaria? Por exemplo, você recomendaria mídia social para empresas business to business?

Sim, absolutamente. A única variável é a estratégia, mas os benefícios da presença nos meios de comunicação social são uma constante em todos os negócios.

Eu implementei estratégias para clientes B2B recentemente. A maioria dos gerentes e diretores está online. Essencialmente, o marketing para essas empresas envolve marketing para as pessoas por trás desse negócio – e eles estão mais do que provavelmente no Facebook e LinkedIn .

Mesmo considerando a demografia menos presente, a mídia social é relevante devido ao boca a boca – que nasce no marketing digital mas sobrevive do marketing digital.

Eu utilizo o Facebook todos os dias, mas nunca cliquei em um anúncio. Você acha que os anúncios do Facebook são uma boa idéia para as empresas?

Com certeza. Você e eu trabalhamos neste setor, assim, estamos condicionadas a ter hipersensibilidade com relação aos anúncios de banners e, portanto, menos propensas a clicar neles. Os anúncios do Facebook são maravilhosos porque podem ser geridos internamente, podem ser altamente segmentados e são também socialmente persuasivos na medida em que podem apresentar amigos que já são fãs da página anunciada. Naturalmente, a taxa de sucesso varia de acordo com a natureza do produto e como os anúncios são gerenciados.

Quais são as melhores páginas de empresas no Facebook atualmente? Como você avalia a qualidade de uma página no Facebook?

Depende por quais metas e métricas você está olhando. A maioria das pessoas presta atenção ao tamanho da comunidade, em primeiro lugar. A resposta óbvia seria, então, a Victoria’s Secret, Starbucks e Coca-Cola, que tem uma quantidade enorme de fãs online e offline. Mas o que mais importa é o que os administradores de páginas fazem com a comunidade. Tamanho significa influência, mas o nível de interação é tão importante quanto. Em outras palavras, uma página de marca que consegue fazer com que seus fãs conversem sobre os produtos da empresa, compartilhem conteúdo sobre a marca e convidem amigos para a comunidade é bem sucedida, na minha opinião. Conseqüentemente, outra métrica que considero mais importante é a taxa de crescimento.

Alguns dos meus favoritos: Louis Vuitton, Red Bull, Coca-Cola, 1-800-flowers, Oreo.

E no Twitter, como você mede o sucesso de uma campanha?

Depende da campanha. A maioria das campanhas visa difundir o conhecimento, de modo que pode ser medido pela avaliação do número de interações com a marca durante um período de tempo (@ replies e retweets). Quanto mais buzz, maior o “sucesso”. Mas isso não pára por aí. Os blogueiros às vezes pegam uma notícia no Twitter e expandem a atividade em um tópico, ou os usuários podem levar a conversa para outro lugar, como o Facebook.
Outras campanhas visam referências e cliques – que podem ser controlados com diferentes ferramentas de análise ou mesmo através de estatísticas encurtador de URL, como de bit.ly ou ow.ly.

Você utiliza alguma ferramentas para verificar o quanto longe foi um retweet?

Atualmente, estamos desenvolvendo nossa própria ferramenta interna na BlueGlass para acompanhar algumas dessas métricas, mas no momento eu faço isso manualmente ou com a ajuda de Trackur.

Você já teve que gerir alguma crise de mídia social para seus clientes, como algo

semelhante ao caso da Brixx Pizza? O que você faria como responsável?

Eu tenho ajudado clientes a atravessar algumas crises e inclusive escrevi um artigo recentemente que detalha as melhores práticas em crises no blog da BlueGlass. Se eu tivesse sido a responsável pela página da Nestlé no início deste ano, eu teria respondido com muito mais rapidez e desenvolvido uma área para os fãs opinarem sobre as formas de ajudar o meio ambiente. Idealmente, eu usaria a oportunidade para fazer reais mudanças de vida real … mas na realidade isso é difícil, assim como organizar uma grande equipe e tomar medidas imediatas.

Como você vê a evolução das mídias sociais nos próximos anos?

Eu diria que as tecnologias comerciais baseadas em localização e compras sociais serão adotadas por um segmento muito maior da população. Em particular, penso (e espero!) que o acesso móvel a informações passará a ser a norma em todos os segmentos sócio-econômicos – e, portanto, “em tempo real” não será um termo utilizado exclusivamente por geeks. O celular (ou “smart phone”) está mudando tudo, desde a maneira como nos comunicamos às nossas necessidades essenciais. Eu também estou ansiosa para ver lojas (no mundo real) integrando as mídias sociais em uma escala muito maior, conforme compras sociais ganham reconhecimento.
Ao mesmo tempo, vejo comunidades de nicho se desenvolvendo em um ritmo mais rápido. Agora todo mundo está adotando novas formas de interação e partilha através de canais de grande porte (como o Facebook, Orkut, etc.) Mas à medida que avançamos ao longo da curva de aprendizado, o usuário vai ganhar uma melhor compreensão do que quer ou precisa dessas comunidades, e, assim, preferir ambientes adaptados aos seus próprios gostos.

No Brasil, a maioria das pessoas utiliza o Orkut. O que você acha que vai ser o futuro desta plataforma? Se você estava trabalhando para um cliente brasileiro, você recomendaria que eles estivessem no Orkut, no Facebook ou ambos?

Embora eu geralmente apóie qualquer coisa que esteja associada ao Google, o Orkut não tem nenhuma chance contra o Facebook. Eles estão sempre tentando seguir o Facebook em termos de funcionalidades e a interface é deprimente. Recentemente eu tenho notado uma mudança considerável aqui no Brasil – muitos que antes estavam relutantes criaram começaram a criar perfis no Facebook em 2010. A maioria está usando as duas simultaneamente, mas eu sei que assim que todos os seus amigos puderem ser encontrados no Facebook, o Orkut vai rapidamente se dissipar.
Se eu estivesse trabalhando com clientes brasileiros agora, no entanto, eu certamente recomendaria que eles utilizassem ambos. A marca precisa falar com os consumidores onde eles estão mais confortáveis e, atualmente, ainda é o Orkut para a maioria no Brasil.

Quais foram as campanhas de mídia social mais notáveis este ano?

De cabeça: Old Spice Guy, a integração do Bing FarmVille, Tippex no YouTube, Facebook Connect integração Levi’s, Pepsi Refresh.

Você escreveu um ótimo artigo sobre a campanha Old Spice Guy. Seria possível para uma outra empresa seguir o exemplo deles agora ou seria uma má idéia, pois seria visto como a falta de originalidade

Ninguém realmente fez um impacto copiando uma idéia brilhante – um dos elementos mais importantes da campanha do “Old Spice” foi a inovação. No entanto, como afirmou Lavoisier, nada se cria, tudo se transforma. Eu acredito que todos nós podemos ganhar com a compreensão dos princípios por trás da campanha e reciclagem desse tipo de estratégia de marketing.

Você escreve vários artigos para o blog do BlueGlass e eu tento ler todos eles. Onde você encontra tanta inspiração e tempo para escrevê-los?

A necessidade constante de desenvolver estratégias para clientes muito diferentes um dos outros, e a oportunidade de trabalhar com estrategistas de mídia digital brilhantes e talentosos me dá inspiração aos montes.

Para ficar à frente das tendências da indústria e manter uma perspectiva ampla sobre o que os outros estão fazendo, eu também leio blogs da indústria todos os dias (com a ajuda da belo Google Reader) e sigo os outros que estão no mesmo barco no Twitter. É impossível não ter um afluxo constante de inspiração para novas postagens do blog.

Quantas pessoas trabalham com você na BlueGlass, e como os departamentos estão divididos? Além disso, os anúncios de Facebook são administrados pelo departamento de Mídia Social ou de PPC?

Estamos crescendo rapidamente, de modo que é difícil manter o controle do Brasil, mas acredito que somos 32 agora, incluindo os parceiros. Nossos departamentos: Marketing de Mídias Sociais (com foco em plataformas de mídia social), Desenvolvimento de Conteúdo, Marketing Viral, Otimização de Busca, Relações Públicas na Internet, Desenvolvimento de Aplicativos, Gerenciamento de reputação online e Design. Geralmente eu treino meus clientes para as melhores práticas de anúncios no Facebook e ofereço consultas regulares, mas o objetivo final é ensinar suas equipes internas a executarem seus anúncios no Facebook, para que eles possam continuar sozinhos quando quiserem.

Você tem planos para voltar para o Brasil?

Na verdade não. Em termos da minha carreira, meios de comunicação digitais do Brasil invariavelmente seguem o exemplo do que acontece nos os EUA, Reino Unido ou na China. Em um nível pessoal, não sou um grande fã de São Paulo e quase fui sequestrada há alguns meses – uma experiência que esgotou qualquer desejo que eu tinha de voltar definitivamente. Eu sinto falta das pessoas e da comida maravilhosa do Brasil e, claro, da minha família, amigos e minha cachorra Julie! Se algum dia eu voltar, será para a minha aposentadoria, na Bahia.

Siga Gina Gotthilf no Twitter e conheça seu Website


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Categorias:Entrevista, Social Media

Promoção da própria imagem na Internet

Estou tentando convencer meu Flatmate Duncan a se promover online. Ele compõe músicas, toca violão, canta e está começando a estudar fotografia. No momento ele trabalha como barman e por isso aprende a fazer malabarismos com garrafas.

Eu estava sugerindo a ele algumas formas gratuitas de se promover com a ajuda da Internet, como colocar vídeos de suas músicas no Youtube, por exemplo. Quem precisa de televisão hoje em dia para ficar conhecido? Alguns vídeos de youtube stars como Gabe Bondoc atingem mais de 1 milhão de visitas.

Ele também poderia criar um blog gratuito no WordPress sobre fotografia e/ou música. Escrever blogs é uma ótima forma de conhecer pessoas interessadas no mesmo assunto que o seu, além de um diferencial no CV.

Ele ainda pode começar a participar de fóruns e discussões sobre música e fotografia, interagindo com as comunidades desses setores. Outras plataformas como Twitter e Facebook também podem ajudar a tornar seu trabalho conhecido.

Gravei esse vídeo dele hoje treinando malabarismos com garrafas no jardim da casa onde moramos aqui em Londres. Ele já concordou em me passar parte dos lucros quando ficar famoso 🙂

Mais um vídeo:

SMX London – Alguns tweets interessantes

Sobre Facebook:

– Facebook cresce mais rápido que o Google;

– 65% dos membros do Facebook na Inglaterra visitam o site todos os dias e permancem cerca de 30 minutos;

– Se o Facebook fosse um país, teria a terceira maior população do mundo;

– Comece a definir seu público alvo no Facebook hoje. Não venda pacotes de aposentadoria para alguém de 14 anos!

– Use Facebook PPC para recrutar fãs dos seus concorrentes;

– “Se alguém aqui quer reclamar sobre privacidade no Facebook saia agora” – Marty Weintraub;

– B2B no Facebook é difícil, mas não desconsidere;

– Uma página de fãs ativa no Facebook é tão importante quanto um site atualizado;

– Enquanto que no Google as pessoas procuram por informações, no Facebook elas brincam na Fazenda;

– A Fazenda  é maior que o Twitter;

– Linkbait em campanhas no Facebook: tão inteligentes e funcionam!

– Use fotos de pessoas nos anúncios. Funcionam melhor que logotipos no Facebook;

– Ofertas especiais funcionam muito, muito bem no Facebook;

Análise de dados

– Não construa relatórios baseados nas 10 palavras-chave mais importantes, mas sim em mudanças ocorridas. Isso torna mais fácil planejar ações;

– Não foque em números em um específico momento, mas em mudanças ocorridas em um período especifico;

– Se você não consegue enxergar uma próxima ação em um relatório, não o utilize;

– Não foque em  Click Through Rate, mas sim em retorno do investimento em publicidade;

Outros

– O foco não pode ser todo nas SERPs, mas também no usuário e na landing page;

– Produtos são divulgados via Twitter com sucesso. Exemplo:www.delldeals.com;

– Use sitemaps para ajudar o Google a indexar vídeos em busca universal;

–  Você não pode fazer um vídeo viral. Isso apenas acontece. O que você pode fazer é criar um bom conteúdo;

–  Se o seu produto ou conteúdo do seu site não prestam, social media não vai consertar isso;

– Vídeo viral = incrível linkbait;

– Retorno por investimento = pensamento antigo. Retorno em envolvimento é o racíocinio atual.

Dicas para marcar presença no Youtube

Quinta-feira passada dois funcionários do Google, gerentes de conta do Grupo EF (EF, Englishtown e Hult), foram à empresa nos mostrar algumas opções de anúncio no Youtube. Eles começaram com uma apresentação em Power Point, mostrando as famosas estatísticas: além do Facebook, o Youtube é o site em que as pessoas permanecem mais tempo; o Youtube é o segundo maior sistema de busca na Internet, recebe mais de um bilhão de visitas diárias, 60% da população mundial acessam o site diariamente e por aí vai.

As empresas podem marcar presença no Youtube simplesmente colocando seus vídeos gratuitamente ou através de anúncios em banners, links patrocinados ou pop-up em vídeos de terceiros.  Os links patrocinados funcionam da mesma forma que no Google, não sendo necessário produzir vídeos ou banners. É possível escolher onde aparecer, selecionando por palavras-chave ou por setor, como vídeos educacionais ou relacionados a esportes, por exemplo.

Tirando os anúncios em banners, anunciar no Youtube ainda é relativamente barato. Aqueles em formato de pop-up dentro de vídeos custam a partir de três centavos por clique aqui na Inglaterra. Nesse caso, o pessoal do Google recomenda pagar por impressão, já que se o anúncio receber poucos cliques, será classificado como irrelevante e não mais apresentado.

Empresas que estão começando a produzir vídeos podem abrir uma conta no Youtube, que pode ser gratuita ou não. Aliás, mesmo que a empresa ainda não esteja produzindo vídeos, o melhor é garantir a conta com o nome da empresa. A url www.youtube.com/hult, por exemplo, foi registrado por um usuário com esse sobrenome há vários anos e a Hult está aguardando negociações para poder abrir sua própria conta. São três as opções de conta no Youtube:

Conta de Usuário: Qualquer pessoa ou empresa pode abrir uma conta de usuário. É gratuito e não há limite de número de vídeos por conta. Entretanto, cada vídeo pode ter no máximo 10 minutos e não é possível personalizar a página da empresa no Youtube.

Conta de Marca: Grandes empresas como a Nike e a T-Mobile têm contas de marca no Youtube. Para isso, elas precisaram investir no mínimo 25 mil euros em anúncios durante três meses.  Isso não significa que após três meses a conta expira, elas permanecem abertas indefinidamente. As vantagens: os vídeos podem ser mais longos do que 10 minutos, é possível personalizar o fundo da página com o logotipo e banners que levam o usuário para o site da empresa.

Conta Parceira: Qualquer pessoa ou empresa pode solicitar a migração para conta parceira. Para isso, é necessário preencher os três pré-requisitos: ter um grande número de visitas, inserir vídeos regularmente e ser dono dos próprios vídeos. Da mesma forma que a conta de marca, pode-se personalizar a página e inserir vídeos mais longos. O melhor: é de graça.

Um exemplo de conta parceira é a da“Internet Killed Television”. A rotina de um casal gravada em uma série de vídeos teve mais de 68 milhões de visitas desde junho de 2008.

Ao anunciar um vídeo no Youtube, ele pode ganhar posições no ranking de busca natural. Isso porque o vídeo ganha ranking proporcionalmente ao número de visitas que recebe.

Algumas dicas para marcar presença no Youtube:

– Se a empresa não tem vídeos ainda, garanta a propriedade da url www.youtube.com/suamarca abrindo uma conta de usuário. É gratuito e evita problemas futuros;

– Ao colocar vídeos no Youtube, otimize o título e descrição com palavras-chave. Cada vídeo deve ter título e descrição únicos.

– Mesmo que a empresa já tenha vários vídeos produzidos, coloque um por vez no Youtube. Isso ajuda a empresa a se qualificar para conta Parceira, já que um dos pré-requisitos é inserir vídeos regularmente.

How My List of Followers on Twitter Has Increased by More Than 200 in One Day (And Why I Don’t Like It)

For almost one year I had a Twitter account and never used it. Last month I became active on twitter and after tweeting, retweeting, socializing and exchanging information my list grew from my 14 friends to 144 followers. Every day I would receive one or two “Someone is now following you on Twitter” notifications. It was nice; I really enjoyed visiting my new followers’ profiles, figuring out how they had known me, checking what they tweet about and maybe following them back. I said it was nice because that fun is over now.

One day I was browsing the Internet when I found this list of 25 SEO Gurus you should follow on Twitter. I went through each one of them and started following the SEO specialists I wasn’t following yet, which were around 20 from that list. It was just after I finished this task that I started receiving one Twitter notification of a new follower after the other. Next morning, my Twitter registered 364 followers.  Continuação em Seomoz

Como adicionar Tweetmeme no WordPress.com em 3 passos

março 10, 2010 2 comentários

Sempre que quero twittar um post que leio em blogs, procuro o botão de retweet. E eu me irrito quando não o encontro. “Eu quero divulgar seu blog/ site e você nem pra facilitar a minha vida?”, penso comigo mesma.

O WordPress ainda não oferece esse botão entre seus widgets, mas pesquisando na Internet, encontrei uma forma manual de fazer a inserção. É super simples, só que infelizmente tem que fazer em cada um dos posts.

Então, seguem os três passos:

1 – No início ou final de cada texto, dependendo de onde você quer que seu botão de reetweet apareça, insira o seguinte código:

tweetmeme source=”yourtwittername” only_single=false

2 – Substitua o yourtwittername pelo seu nome de usuário no twitter.

3 – Feche o código acima com brackets [ ] (Se eu mostrasse a frase já com os brackets iria formar um botão no meio do meu texto, capisci?)

Ah, não funciona em Firefox.

[tweetmeme source=”@palbocino” only_single=false]
Finito! Agora é só testar aqui do lado. 😀 ———————————————————

Categorias:Blogosfera, Social Media

Você twitta?

Até pouco tempo eu fazia parte daquele um quarto de pessoas que abre conta no twitter, mas não o utiliza nunca. Eu até tinha tentado um pouco, mas não via graça naquilo. Até que então eu participei do SES Londres 2010 e entendi por que o Twitter faz tanto sucesso e como está revolucionando a nossa realidade.

Através do uso do “#”, as pessoas relatavam ou opinavam sobre o evento. Era #SESlondon para falar do evento geral e #ses1, #ses2 ou #ses3 para as apresentações que estavam acontecendo em uma das três salas. As pessoas assistiam à palestra e twittavam sobre ela ao mesmo tempo. Em uma apresentação que foi feita por quatro palestrantes, enquanto um falava os outros checavam o Twitter, tendo feedback imediato da própria performance. Imagina a pressão! Um deles até respondeu a uma questão que tinha sido enviada pelo mini blog minutos antes.

Na sala de recepção, um projetor exibia na parede os tweets dos participantes do evento, mesmo que fossem críticas aos organizadores e palestrantes. Para me convencer de vez a entrar para o time dos três quartos, eu conheci um dos gerentes do MSN e como eu estava sem cartão, ele não pediu meu e-mail, mas sim a minha conta no Twitter! E eu que na época tinha somente 14 seguidores, 2 tweets e seguia umas 10 pessoas morri de vergonha. Afinal, que espécie de “profissional da Internet” não usa o Twitter?

E então eu comecei a usá-lo. Dava a minha opinião sobre o evento e palestrantes usando o # sempre que eu chegava em casa, pois ainda não tenho um telefone decente. Dessa forma, algumas pessoas que participavam do evento me adicionaram e eu adicionava também as pessoas que eu reconhecia ou que davam opiniões interessantes, além de quase todos os palestrantes do evento. Hoje eu sigo vários de profissionais de SEO que me mantêm informada sobre o que acontece no setor e me apresentam artigos e sites interessantes. Eu também sigo um astronauta que divulga fotos incríveis da Terra tiradas do espaço.

Eu não gostava do Twitter porque não seguia as pessoas que sigo hoje. O importante não é quantas pessoas seguem você, mas as pessoas que você segue.

Categorias:Social Media
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